Recentemente estreou na Netflix a série Reality Z, adaptação brasileira da minissérie de terror britânica "Dead Set", de Charlie Brooker (mesmo criador de Black Mirror). Dirigida por Cláudio Torres, Reality Z retrata a cidade do Rio de Janeiro durante um ataque zumbi, onde o único local seguro é a casa de um reality show de confinamento. 

Confesso que quando li a sinopse não levei muita fé na história (produções sobre zumbis nunca me chamaram atenção...), mas aí, assistindo ao trailer, vi que parecia ser algo bom e bem feito, e, então, decidi começar a assistir! 


A começar, preciso parabenizar a série no quesito atuação! Ela conta com um elenco talentosíssimo que eleva o nível de qualidade de cada cena. Entre as ótimas atuações destaco a de Ana Hartman, como Nina, Luellem de Castro, como Teresa, e Pierre Baitelli, como Robson.
A caracterização e efeitos especiais também me surpreenderam bastante! Aliás, durante toda a temporada, eu só achei algo fake duas vezes, mas nenhuma delas tem relação com esses fatores. (Acho que quem já assistiu vai saber de quais partes eu tô falando 😝)


Uma coisa que me incomodou um pouco foi a trilha sonora durante as cenas de ataque. Sei que utilizar músicas calmas durante cenas de briga e descontrole é um recurso bastante comum, mas não curti essa escolha dessa vez. 

É difícil falar sobre a trama sem dar spoiler, porque esse é o tipo de série que o efeito surpresa é fundamental e é o que emociona, então não vou te tirar isso, você precisa assistir! E se você ainda estava indecisa, te digo que sim, vale a pena! Definitivamente foi uma aposta que deu certo!

Pra finalizar, quero destacar o quanto eu achei genial a forma que foi escrita a cena final, porque ela corresponde às duas possíveis reações do público: sendo uma série bem aceita, deixa margem para uma segunda temporada, e não sendo, ainda assim a história possui um ótimo desfecho.

Você já assistiu a Reality Z? O que achou da série?



Durante todo o meu Ensino Médio tive certeza da faculdade que queria fazer: Letras (port./esp.). Minha ideia principal era trabalhar no mercado editorial, então em 2011 (ano em que me formei na escola) fiz o ENEM e minhas duas opções no SISU foram Letras (port./esp) e Produção Editorial (curso que descobri que existia no meio do caminho), ambas na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ). O curso de Produção Editorial é uma das habilitações de Comunicação Social, então a nota de corte no SISU era muito alta. Assim, no meio de 2012 eu passei no vestibular da UFRJ para a minha primeira opção: Letras! 

Mas... chegando lá vi que o curso era mais focado pra lecionar (talvez eu estivesse errada, mas não quis esperar pra ver), e, como o meu foco era trabalhar em uma editora, comecei a pensar em trancar o curso. Nesse meio tempo eu me inscrevi pra prova de transferência interna da universidade, na qual se eu fosse aprovada, poderia migrar direto pra Produção Editorial. Havia 1 vaga. Não passei. Logo em seguida tranquei o curso e comecei a estudar novamente pro ENEM.

A essa altura não sabia mais o que eu queria fazer. Minha primeira opção seria Produção Editorial, mas precisava ter um plano B que eu curtisse tanto quanto. E eu não tinha. Pesquisando por cursos que lidassem com escrita e livros, encontrei Biblioteconomia. Essa foi minha segunda opção.

Para passar em Produção Editorial eu podia tirar as mesmas notas da primeira prova, mas minha nota na redação precisava ser de 900 pra cima. Tirei mais de 900 na redação, mas minhas outras notas tinham, incrivelmente, caído. Ou seja, mais uma vez não tinha passado pra Produção Editorial. Parece que não era pra ser. Não naquele momento.

Então, iniciei Biblioteconomia na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Durante a graduação assistir a diversas palestras, fiz estágio, e realmente tinham pontos da profissão que eu gostava, mas não era o que eu queria fazer pro resto da vida. E àquela altura do campeonato eu ainda não sabia o que era.


No meu último ano de faculdade, época de TCC, comecei a pesquisar pós-graduações (e segundas graduações) voltadas para a área editorial, tanto no Rio de Janeiro, quando em outros estados, e até mesmo fora do país. Achei o curso do NESPE, em Botafogo, o da USP, em São Paulo, e o da Universidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Além desses também encontrei o curso de Edición, da Universidad de Buenos Aires.

O do NESPE era pago e apenas duas vezes ao mês. Se eu optasse por ele teria que dividir meu tempo entre trabalhar, estudar para concurso (coisa que não queria, afinal, não queria trabalhar na área), e a pós nos finais de semana. O da USP era tão concorrido quanto o da UFRJ. E o de Santa Maria não levei muito em consideração, uma vez que, se fosse pra eu sair de casa pra estudar seria muito mais vantajoso em termos de experiência e aprendizado ir pra outro país

Foi assim que, depois ter certeza que era isso que eu queria e conversar com meus pais, comecei a por em prática minha vinda pra Buenos Aires. Hoje, finalmente, estudo Produção Editorial ou Edição Editorial ou Edição de livros ou Edición, como queiram chamar! hahaha Além disso, aqui, comecei a me dedicar ao canto e à dança, coisa que sempre quis enquanto estava no Brasil, mas não tinha coragem e nem dinheiro. E ainda tô tendo a oportunidade de aprender um idioma na prática! ❤


Bom, resumidamente, essa é a resposta do "por que você se mudou pra Buenos Aires?" :) E você? Também mora ou tem vontade de morar em outra cidade/país? 

Acabei de assistir a essa série não faz nem 30 minutos, mas eu precisava vir aqui escrever esse post! 
Il processo é uma série italiana, original Netflix, lançada em  2019 e protagonizada por Vittoria Puccini, Camilla Filippi e Francesco Scianna.


A série conta a história de Elena Guerra (Vittoria Puccini), uma promotora que está prestes a dar uma pausa na carreira e se mudar para Nova Iorque, quando um novo caso a faz decidir ficar. Trata-se do assassinato de Angelica Petroni (Margherita Caviezel), uma adolescente de 17 anos que foi encontrada morta em uma represa.

Após o início das investigações Elena está convicta de que a culpada pelo crime é Linda Monaco (Camilla Filippi) e faz de tudo para provar isso no tribunal. Durante o longo processo ela enfrenta o renomado advogado criminalista Ruggero Barone (Francesco Scianna), advogado de defesa de Linda e amigo da família.


Como uma típica produção Netflix, a série é composta por 8 episódios, cada um com cerca de 50 minutos. Ao longo de cada um, desconfiamos de diversos personagens. Eu desconfiei até mesmo dos advogados! A cada episódio os pontos são entrelaçados, e, no último, temos o desfecho do caso. No fim tudo faz sentido e ficamos nos perguntando como não pensamos nessa versão dos fatos antes!

Um suspense sem enrolações, com personagens interessantes e densos, atuações maravilhosas, uma edição capaz de apresentar os flashbacks e os relatos dos personagens sem te deixar perdida, e que, definitivamente, te prende a cada episódio!

Netflix acertou mais uma vez!

Você já assistiu a Il processo? Me conta o que achou! :)


Vão te julgar.
Você morando até os 30 com seus pais ou saindo de casa aos 16.
Você engravidando "cedo demais" ou estando casada há 10 anos e sem filhos.
Você se dedicando apenas aos estudos ou apenas ao trabalho.
Você fazendo muita atividade física ou pouca.
Você trabalhando o dia inteiro fora ou o dia inteiro em casa.
Você usando suas economias para abrir uma empresa ou para viajar pelo mundo.
Você sendo feliz ou infeliz
vão te julgar sempre!
Então, não se importe com os outros.
Não deixe que a opinião alheia abale o seu emocional,
freie seus sonhos,
trave as suas metas.
Eles não te conhecem tanto quanto você conhece a si mesma.
Só você sabe o tamanho do seu sonho...
E só você é capaz de torná-lo real.
Então, respira fundo e enfrenta o mundo!

Quinta-feira estreou na Netflix o filme brasileiro Ricos de Amor (e eu corri pra assistir!). Protagonizado por Giovanna Lancellotti e Danilo Mesquita, o filme conta a história de Teto, filho de um rico empresário de Paty do Alferes, e Paula, uma jovem carioca estudante do último semestre de Medicina.


O caminho dos dois se cruzam quando Paula vai para Paty com as amigas Raíssa (Bruna Griphao) e Katia (Jeniffer Dias) comemorar a despedida de solteira de Katia na tradicional Festa do Tomate, que acontece na fazenda de Teto.

Teto é filho do dono de uma bem-sucedida fábrica de tomates, e sempre teve tudo o que quis devido ao privilégio de nascer em uma família rica e o consequente status que o dinheiro o proporciona. Quando se apaixona por Paula, decide fingir se um garoto batalhador e de origem humilde para ter certeza que ela vai gostar de quem ele é de verdade, e não vai se envolver por interesse na sua condição financeira.

Após a festa, a jovem e as amigas voltam pro RJ e, no dia seguinte, Teto decide ir atrás dela. A partir daí a história começa a se desenvolver.


Deixo aqui o meu destaque para a atuação da Lellê, que deu vida a icônica Monique. Foi a minha personagem favorita, de longe! ❤ Um ponto negativo da trama é a maneira como o assédio é abordado. Quando Paula sofre assédio do seu superior, no hospital, isso é representado de forma agressiva, porém, quando o personagem Igor é assediado por sua chefe, as cenas carregam um forte tom de humor.  


Vale a pena assistir? Pra mim sim! Ricos de Amor é puro entretenimento! Uma comédia romântica leve e engraçada, feita pra relaxar, e ideal pra assistir num domingo à tarde! Eu indico! :) 

Desde que comecei a trabalhar com marketing digital conheci centenas de perfis que me inspiram, me orientam e me motivam diariamente a seguir em frente nessa jornada. Mas, por outro lado, também já li muita coisa disfarçada de incentivo que são muito perigosas. Falar coisas como: "trabalhe enquanto eles dormem" ou "você não vai ficar rico trabalhando só 8h por dia" e induzir as pessoas a acreditarem que chegar à exaustão é o único caminho para o sucesso é uma tremenda falta de responsabilidade e cuidado com o ser humano. Isso pode ter efeitos muito graves, e que talvez nem tenha passado pela cabeça de quem espalha esse tipo de pensamento. Esse tipo de pensamento e ação gera ansiedade, frustração, além de sérios problemas de saúde (comer e dormir é importante, pode acreditar). Por isso, só queria dizer pra vocês correrem sim atrás dos objetivos de vocês, não se acomodarem, mas, acima de tudo, CUIDAREM DO CORPO e da MENTE de vocês. Nenhum milhão na conta compra a nossa saúde. 🌟